O que colocamos no rosto precisa ser precioso. O que colocamos no rosto forma a primeira imagem que vemos de nós. Expressa nosso gosto e cuida da saúde de nossos olhos. Por que os óculos não estavam tão na moda há uns 10, 15 anos?

Essa é a pergunta que Gustavo e Gisela Assis já se faziam antes de criar a marca Lapima em 2017.  O casal, apaixonado por design, por beleza e natureza, percorreram ateliês e até ferro velho procurando maquinário e parceiros para produzir óculos de luxo no Brasil. Era um mercado ainda pouco explorado e (muito) caro. Apesar dos desafios, a vontade de realizar um produto de design de qualidade venceu e hoje a Lapima é uma marcas de óculos brasileiros que concorre, lado a lado, com as gigantes do luxo.

“Os óculos são um artigo de luxo que mostra sua identidade. Fazer óculos bem-feito dá muito trabalho. Ficamos 3 horas polindo à mão, é como uma obra de arte, tem um valor agregado”, explica Gustavo Assis, que também é diretor criativo da marca.

O nome singelo – Lapima – veio de uma história familiar. O filho mais velho, hoje com 17 anos, falava “lá pima” ao invés de “lá em cima” . O casal achou gracioso, entendeu como um nome que funcionaria em várias línguas, e assim ficou.

Entre uma feira internacional e outra Gustavo conversou com a Fashion Label Brasil para contar a história da marca e a satisfação em levar o Brasil para o mundo.

A Lapima hoje é considerada uma marca brasileira de sucesso internacional . Vocês também são a primeira marca de óculos de luxo que consegue esta projeção em capitais globais da moda. Como vocês tem vivenciado este momento da marca?

Atualmente fazemos feiras em Nova York, Paris e Milão. Mostramos um Brasil que não é tão clichê e isso está sendo encantador para os clientes. Não deixa de ser pitoresco uma empresa brasileira produzir óculos de qualidade no mercado de luxo. Somos uma marca de luxo brasileira, que produz no Brasil para concorrer com marcas internacionais. Estamos ao lado de grandes marcas que têm 30 anos ou mais de história. Sentimos que valeu à pena mantermos nossas crenças iniciais, seguimos o que queríamos que fosse o Norte da marca.

Quais foram as crenças iniciais que vocês tinham no começo da marca e ainda mantém como meta?

As crenças iniciais que ainda se mantém para nós são as de respeitar a qualidade do produto e a qualidade da criação que queremos.  Não nos corrompemos com o que é tendência no momento, focamos em criarmos a tendências, sermos trend-setters. E somos responsáveis com as entregas no prazo. Eu, Gisele e equipe acreditamos nisso. Não desviamos do nosso caminho e isso ao longo do tempo se mostrou muito importante.

Fica claro que vocês dão valor para o processo criativo. Como vocês estruturam isso? Tem um tempo específico, um lugar específico?

Sempre tem esse momento, que é o momento de pausa. Não importa o lugar. Ele pode começar sempre com um desenho livre, eu começo os sketches, e avalio o que está bonito, vou brincando com as formas. As formas se transformam em produto. E temos linhas icônicas, linhas mais fashion e linhas clássicas. Brincamos com desenho à mão livre dentro do tema que escolhemos. Quando nos inspiramos no mar, por exemplo, mergulhamos em tudo o que representa o mar, pensamos na agitação e na calmaria. E acabei levando isso para uma forma de máscaras de mergulho pesquisando máscaras vintage e contemporâneas. Isso tudo dentro de um prazo e temos quase 1 ano de desenvolvimento.

Neste momento do design, da inspiração, é um verdadeiro luxo a marca conseguir colocar isso dentro de um prazo factível. Vejo como grande desafio das marcas. Como conseguem organizar?

Desde o início temos nosso próprio atelier e sempre tive comigo uma equipe de prototipagem. Nunca tivemos esse prazo longo, sempre foi muito apertado porque fazemos três feiras por ano. Mas há poucas coleções conseguimos colocar isso numa planilha para trabalharmos com 1 ano e meio de antecedência. Esse tempo só para o produto.

Vocês lançam quantos modelos novos a cada coleção?

São 8 novos modelos a cada coleção. Somamos aos clássicos, aos best sellers, aos das coleções anteriores. Isso hoje, levando em conta as variações de cores, são mais de 400 SKUs.

Quando você fala de um Brasil que não é clichê, o que está no seu imaginário?

Penso na beleza arquitetônica, na beleza da nossa natureza, da nossa floresta, do nosso mar. A beleza das pessoas. Já falamos do Brasil central, da nossa savana. É muito bom que as pessoas conheçam Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo, eu adoro o clichê brasileiro. Mas queremos também mostrar outras coisas, como a Serra do Mar, Brasil central. Já falamos sobre a vela da jangada do pescador cearense, a máscara de mergulho para mergulhar na Ilha Grande. Buscamos esses detalhes. É uma maneira de contar sobre coisas que as pessoas não conhecem.

Vocês viajam muito pelo Brasil?

Qual foi a sua formação?

Me formei em Administração de Empresas mas sempre sonhei em fazer Arquitetura. Ia na casa dos amigos arquitetos dos meus pais e ficava desenhando com as canetas deles. A criação da Lapima veio como a minha arquitetura. A administração de empresas é importante para respeitar a matemática, respeitar o financeiro, entender se a conta fecha. Nunca estudei Design. Adoro casas, adoro arquitetura. O lado criativo é desenvolvido ao longo da vida e do meio em que você vive.

Como foi então criar a marca?

Primeiro pensamos numa empresa que seria de design de produto. E o primeiro produto que pensamos foram os óculos de sol. Não encontramos empresa que produzisse óculos de qualidade aqui no Brasil. Quase desistimos. Contratamos um engenheiro que sugeriu que comprássemos o maquinário. Compramos uma máquina antiga num ferro velho de Campinas. Cortávamos lentes na França, partes do produto na Alemanha. Percebemos que íamos concorrer com o mercado externo porque foi ficando muito caro. Isso foi há sete anos e desde então a empresa foi evoluindo. Nosso primeiro show room apoiado pela Abest foi em 2017. O começo é difícil pra caramba. Em 2021 começamos a ganhar corpo e crescer, foi a nossa virada. Hoje exportamos óculos de sol pronto e os óculos de grau com lentes de demonstração.

Vocês costumam viajar bastante pelo Brasil? Entendo que vocês precisam ver o Brasil que vocês querem mostrar.

Sim, o tempo todo. Ultimamente Ceará, Goiás e no Rio de Janeiro para Parati, Angra dos Reis. Em São Paulo vamos para a Serra do Mar em Ubatuba. É o que faz sentido pra gente. O lugar para nós tem que ter um charme, tem que me dar paz.

Tendencialmente percebemos que usar óculos está na moda. É um objeto que tem atraído bastante os consumidores. O que vocês acham que está por trás desse comportamento?

Na verdade eu sempre me perguntei o contrário: por que os óculos não eram importantes se é a primeira coisa que você vê numa pessoa? Nunca entendi porque um artigo de saúde, que tem que ter qualidade, nunca era valorizado. Me perguntava isso porque na época dos meus avós usar óculos era um luxo, eram feitos de casco de tartaruga. Era um artigo que foi banalizado numa época. O que estamos fazendo agora é voltar ao que era antes. E também houve um movimento das grandes marcas para valorizar. Hoje percebemos que existe um mercado independente tomando esses lugares.

Por Juliana Lopes – jornalista de Moda e consultora. @j.u.lopes

Podcast da Fashion Label Brasil em inglês facilita o acesso de estrangeiros ao nosso mundo da moda

Está no ar o #8 episódio do Podcast da Fashion Label Brasil com participação das marcas brasileiras Maria Sanz, Vanda Jacintho, Serpui Marie e Ventura Eyewear. Em 8 episódios já completamos uma lista de 30 marcas brasileiras participantes, no foco da informação, em inglês, para sermos ouvidos, e vistos, pelo mundo.

A cultura de podcast traz um território perfeito para espalharmos, literalmente, a voz da moda brasileira para além da América do Sul. Não teria o mesmo efeito em português. O público alvo do podcast da Fashion Label Brasil são os estrangeiros.

Conversamos com a jornalista Alexandra Farah, âncora do Podcast, sobre a importância de usarmos este tipo de veículo de informação.

Qual a importância, na sua visão, de um podcast em inglês sobre o Brasil? Onde conseguimos chegar?

O inglês ainda é nossa língua global. Precisamos comunicar o que temos. Nas vésperas de Carnaval eu lembro da frase: “Quem não se comunica se trumbica” (frase de Chacrinha, ícone da televisão brasileira no século XX). A moda ainda é bastante eurocentrada, e o Brasil entra e sai de moda. Por isso precisamos manter firme essa comunicação sistemática de que temos uma moda séria com pessoas responsáveis que trabalham aqui, temos design e precisamos comunicar. O podcast hoje em dia é o veículo que traz uma comunicação mais profunda que redes sociais e chega até pessoas com esse interesse.

Quando falamos na moda brasileira, quais pontos você percebe que precisam ser levados em conta, pensando na valorização do nosso mercado?

O que mais me impressiona neste trabalho que fazemos com a Abest é que as marcas têm essa proximidade com a natureza. Está no DNA, está na pesquisa, é preciso valorizar esse processo. O grande problema da indústria da moda, não só no Brasil, é a falta de transparência, da rastreabilidade da produção. Faz parte do capitalismo antigo você alienar as pessoas sobre a origem de seus processos produtivos. No Brasil temos uma multiplicidade de marcas e somos muito modernos, com marcas pequenas e médias próximas de suas costureiras, de seus fornecedores. E as origens são várias, tem quem nasceu no Cerrado, quem está perto da Amazônia, quem tem influência indígena etc.

Na sua visão quais clichês sobre moda brasileira ainda permanecem na visão de fora?

Precisamos definir o que é clichê e o que é identidade. A gente é um povo com menos roupa, mais sexy, com mais pele. Não vejo clichê nisso, vejo mais o Brasil sendo definido pela sua identidade solar, feliz. Ao invés de clichê, eu acho que há expectativas. E se espera também mais artesanalidade. O termo “feito à mão” é mais palpável que a palavra sustentabilidade, porque já mostra aquilo que não é em série.

No último podcast você conversou com Maria Sanz, Serpui, Vanda Jacintho e Ventura Eyewear. O que de diferente e interessante você descobriu sobre essas marcas?

Este último podcast foi muito legal porque mostrou marcas preparadas para o mercado, com experiência. Marcas jovens como a Maria Sanz, ou mais antigas como a Ventura, que tem indústria. Marcas com fornecedores antiquíssimos como a Serpui Marie que está aí com 30 anos de exportação. E a experiência maravilhosa que a Vanda tem, uma das pessoas mais chics! O que essas marcas têm em comum é levar o Brasil para fora de uma maneira tranquila, séria. Todas elas com uma preocupação muito grande da matéria prima e do modo de trabalho com os fornecedores e costureiras. São marcas muito humanas. E o Brasil tem muito disso. São marcas grandes mas que mantém uma identidade, são muito modernas, conscientes e éticas.

Com tantos anos de carreira o que ainda tem te surpreendido sobre o mundo da moda brasileira?

Tenho décadas de carreira e mesmo assim está sendo um prazer e uma descoberta a cada episódio. A moda brasileira é tão diversa, o Brasil é tão grande. Está sendo muito prazeroso. As pessoas fora do Brasil e dentro estão descobrindo a moda brasileira junto comigo. O jornalismo tem sempre uma visão tão crítica, né? Sentir que estamos todos juntos trabalhando por uma causa pode parecer um pouco romântico, mas como você falou no começo eu acho que é necessário forçar a olhar por um lado bom, porque o lado bom existe. Claro que temos vários problemas mas neste momento é o momento de valorizar o que temos de melhor. Por Juliana Lopes – jornalista de moda e consultora. @j.u.lopes


O mercado de moda é um dos mais desafiadores da Indústria Criativa. Não só pela sazonalidade dos produtos, das mudanças bruscas de direção, mas também pelo desafio de comunicar moda com inteligência, inovação e, sim, gerar negócios. Analisar estratégias de grandes marcas pode nos trazer insights, por isso o tema hoje é a imagem de moda (polêmica) de Oliviero Toscani, um dos fotógrafos de publicidade mais relevantes do século XX, que faleceu em janeiro deste ano.

Falar do fotógrafo italiano Oliviero Toscani é falar do extremo, da comunicação de Moda que leva conceitos sociais ao ápice da provocação. Suas fotografias fazem parte de um repertório histórico visual fundamental para o setor: imagens que acusaram preconceitos, levantaram questões polêmicas, provocaram choque. Para quem viveu os anos 90 é impossível esquecer a imagem de um doente terminal de AIDS, ou de uma mulher negra amamentando um bebê branco, entre outros infinitos exemplos. Onde estava o que entendemos por moda? E o glamour? E as roupas bonitas com modelos atraentes? Este é o ponto: Toscani, embora trabalhando para a Benetton, escolheu o caminho do puramente conceitual. A logomarca da Benetton estava sempre lá, mas nem sempre, aliás, quase nunca, víamos looks.

Toscani quis cutucar, e muito, uma sociedade pré Internet, através de páginas de anúncios da Benetton que sempre traziam alguma imagem ousada, transbordando no campo da política, religião, ideologia. O recado era dado por ele, mas também pela empresa numa estratégia que ainda funciona: o posicionamento de marca. Se a marca pensa de um jeito, o consumidor identificado irá comprar a ideia (e a roupa).

 Obviamente criticado e acusado de sensacionalismo por alguns, o trabalho de Toscani também virou referência para outros. As campanhas da Diesel nos anos 90 trilharam um caminho polêmico, embora mais sarcástico e humorado. Uma ideia que pairava naquele fim de século era a de vender indiretamente, sem realmente oferecer o produto explicitamente. Eram oferecidos conceitos, imagens abstratas. Uma resposta aos exagerados anos 80. 

Hoje fica mais fácil entender que a moda não é só roupas, mas um mercado que mexe com gosto e emoções dentro da indústria criativa. “Meu objetivo é comunicar além de belos vestidos”, disse a (saudosa) Franca Sozzani em uma entrevista de 2012 (com esta autora). Franca sabia que existem muitas modas – que podem variar entre um tipo de sofá, um restaurante, uma capa de caderno escolar. O vestuário, claro, ocupa grande parte do mercado de lifestyle e poderia ser um dos mais inovadoras na forma de falar com o consumidor do século XXI. Ainda assim, o que mais vemos no mundo digital são imagens parecidas: fotos verticais de look do dia, fotos de produtos isolados, poses que se repetem, corpos que se repetem.

Com a morte de Toscani em janeiro deste ano, uma notícia importante para veículos de moda e comunicação do mundo todo, o debate ganha força: como criar uma comunicação de moda que seja assertiva, mas também nova, também inteligente? Como conversar com meu consumidor de forma mais elaborada, entregando não apenas um produto, mas também conteúdo, identificação?

Cada marca terá sua resposta e estratégia. Importante é não parar de buscar e evitar a mesmice do discurso neste mercado tão dinâmico.

Por Juliana Lopes –  jornalista de Moda e  consultora. Instagram @j.u.lopes

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Você já pensou em como a sustentabilidade pode fortalecer a reputação e o impacto da sua marca? No Workshop de Práticas de ESG na Moda, você aprenderá a aplicar estratégias sustentáveis no seu negócio com insights de especialistas e casos reais!

O que você vai aprender?

  • Como a moda impacta o clima e como reduzir esses efeitos;
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Período: Dias 11, 13, 18, 20, 25, 27 de Março e 01 de abril, das 10h às 12h (totalizando de 12h de aprendizado).

Valor para associados: R$ 310 para 2 participantes por empresa.
Valor para não associados: R$ 510.

Vagas limitadas
O pagamento deverá ser realizado via transferência bancária (*) até 04/03/2024. 

Dados para transferência:
Associação Brasileira de Estilistas  // 05.823.179/0001-09
Banco do Brasil // Ag. 1191-6  //  C/C 39256-1
PIX financeiro@abest.com.br

É indispensável o envio do comprovante para o email financeiro@abest.com.br para concluir a inscrição.
(*) Caso necessite emissão de boleto e/ou recibo, gentileza contatar através do email financeiro@abest.com.br

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Saiba como exportar para o mercado japonês e fique por dentro da participação brasileira na Expo 2025 Osaka.

O mercado japonês apresenta diversas oportunidades de exportação para as empresas brasileiras. No entanto, é importante entender esse mercado tão peculiar nas suas demandas. É com essa perspectiva que a ApexBrasil, em parceria com o Pacific Resource Exchange Center (PREX), oferece um webinar para auxiliar as empresas brasileiras a conhecer as principais oportunidades no mercado japonês, como explorá-las e como adaptar-se às demandas específicas desse mercado.

Serão levantadas questões relativas à inteligência de mercado, design, marketing, embalagens, entre vários outros temas, sendo um conteúdo prático para a exportação ao país asiático. Ao final, pretende-se criar um espaço de debate entre os participantes e os instrutores.

O evento contará com a participação de instrutores renomados do Japão, como o Professor Kenta Goto, titular da Universidade de Kansai, e o senhor Toshiya Yuba, especialista em comércio internacional com experiência em empresas no Japão e na Itália. O conteúdo será voltado para empresas brasileiras, especialmente aquelas que têm esse país como mercado alvo, além de entidades setoriais, tradings e acadêmicos.


Palestrantes remotos:

  • Kenta Goto – Faculty of Economics, University of Kansai, Japan (CV aqui)
  • Maria Luisa Cravo – Gerente de Exposições Universais e Projetos Especiais, Comissária-Geral do Brasil na Expo Osaka 2025 – ApexBrasil
  • Toshiya Yuba – Diretor, Office Zeta (CV aqui)
  • Mário Saade – Coordenação de Inteligência de Mercado – ApexBrasil

Participe e conheça mais sobre exportações para o Japão!

Mercado Japonês: Insights e Oportunidades – Contagem Regressiva para Osaka 2025 (2a edição)

Data: 20 de março
Horário: 9h às 11h (Horário de Brasília)

Webinar ao vivo, com inscrição e transmissão pelo ZOOM e com possibilidade de perguntas via chat. O evento contará com tradução simultânea: inglês-português

Site Oficial Expo 2025 Osaka

INSCREVA-SE AQUI – Até 20 de março às 9h.

Acesse a Programação aqui.

Os participantes estão estritamente proibidos de gravar áudio ou vídeo, filmar, obter capturas de tela e baixar todo ou parte do que será apresentado no webinar.

Neste verão, mergulhe na beleza radiante das águas do mar da Bahia com a tão aguardada coleção “Águas Salgadas” da marca baiana Gamboa Brasil. Inspirada na riqueza da fauna aquática que habita o fundo do mar, esta coleção é uma celebração da vida marinha e da sofisticação tropical.

Cada peça desta coleção é uma obra-prima única, refletindo os majestosos bichos salgados que dançam com o balançar das ondas. O movimento gracioso e a explosão de cores aquareladas ganham vida no delicado tecido de seda pura premium, que é a marca registrada da Gamboa Brasil. A elegância natural do tecido ressoa perfeitamente com a beleza dos oceanos, criando uma sinfonia visual que captura a essência da Bahia.

Ao explorar a coleção “Águas Salgadas”, você se verá imerso em padrões vibrantes que ecoam as texturas das criaturas marinhas e as nuances hipnotizantes do oceano. Cada peça é mais do que uma simples vestimenta; é uma experiência sensorial que transporta você para as águas tropicais da Bahia, onde a vida marinha floresce em uma dança eterna.

Mistura Espontânea de Cores:

A aquarela é conhecida por sua capacidade única de criar misturas de cores espontâneas.

A partir de seus traços aquarelados, a artista Meire Ehrensperger captura a fluidez, a transparência e a vibrante diversidade de cores encontradas nos oceanos. A designer ainda reflete as transições suaves entre tons e as fusões naturais das cores que
capturam a riqueza cromática dos ambientes aquáticos. Ao pintar elementos das águas, essa característica é vital para representar a variabilidade das cores encontradas no fundo do oceano, nos recifes de corais e nos animais marinhos.

A Gamboa Brasil mais uma vez une a tradição artesanal à inovação, criando uma coleção que transcende tendências passageiras. A marca continua a destacar a beleza única da Bahia, capturando a essência da costa brasileira e de sua cultura e arte local de maneira única e inconfundível.

Prepare-se para ser envolvido pela brisa do mar, pela vivacidade das cores e pela sofisticação atemporal da seda pura. A coleção “Águas Salgadas” da marca baiana Gamboa Brasil é mais do que moda; é uma experiência que celebra a conexão entre a natureza exuberante e o estilo sofisticado. Deixe-se levar pelas ondas desta coleção deslumbrante e descubra um novo horizonte de elegância tropical.

https://www.instagram.com/gamboabrasil/

https://www.gamboabrasil.com.br


Através da ponte criada por Raissa Colela, estilista que colabora com a Associação de Artesãs de Barreirinhas, conseguimos fortalecer nossos laços com Ivonete Neves, Idalina Silva, Iracema Carvalho, Lourdes Lopes e Flávia Davilla, e construir peças únicas, unindo o olhar sofisticado da marca ao saber impecável do manejo da palha de Buriti.

No dia 16/11 (quinta-feira), realizamos o Encontro Moda PEIEX, no qual estavam presentes a Associação Brasileira de Estilistas (ABEST), ApexBrasil, SEBRAE e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (SEDEME).

O encontro teve como objetivo apresentar as empresas atendidas pelo Programa de Qualificação de Exportação (PEIEX) ao projeto FASHION LABEL BRASIL e, na oportunidade, analisar potenciais parcerias voltadas para negócios, focando em direcionamentos estratégicos de apoio e desenvolvimento de ações inclusivas da região norte.

O evento ocorreu no auditório do prédio Espaço Empreendedor, no PCT Guamá em Belém, PA.

O Amazônia Fashion Week (AFW), a mais importante semana de moda do Norte do país, realizado pela Associação de Costureiras e Artesãs da Amazônia (Costamazônia), chega, neste ano, à sua 18a edição entre os dias 16 e 18 de novembro, em espaços da Universidade da Amazônia (UNAMA) e no São José Liberto, com todos os eventos gratuitos e abertos ao público. Desta vez, o tema será Moda & Vida.

O evento de abertura, na quinta-feira (16/11), às 19h, será no Auditório David Mufarrej, na UNAMA, com a palestra de Marcela Rodrigues, jornalista e designer de São Paulo convidada especial do evento. A profissional, cuja atuação é voltada à sustentabilidade e regeneração e que é também facilitadora em consumo responsável e bem-estar, abordará o tema “Os pilares da vida sustentável: do estilo de vida ao consumo consciente”.

Na sequência, representantes da Associação Brasileira de Estilistas (ABEST) e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (APEXBRASIL) falarão sobre o mercado atual da moda. A noite se encerrará com o desfile da coleção Amazônia Domina, criada e confeccionada por um grupo de seis alunos do curso de Moda da UNAMA e que foi classificada entre as oito melhores coleções do Brasil no concurso Dragão Fashion, em Fortaleza (CE), em junho de 2023.

Na sexta-feira (17/11), no Espaço São José Liberto, a partir das 18h30, oito marcas, já consolidadas no cenário fashion da cidade e até em âmbito nacional, apresentam coleções que celebram a diversidade humana em suas mais variadas formas: etnias, silhuetas, cabelos, idade etc. São elas: Madame Floresta, Amazônia Kãma (marca da cidade de Castanhal-PA), Jalunalé, Ludimila Heringer, Amazônia Zen, Luxamazon, La Mégèree e Costamazônia. Ainda neste dia, haverá a participação especial da estilista paraense Sandra Machado, hoje residente em São Paulo. Com a coleção Aracne, Sandra celebra sua terceira participação no AFW – em 2013 ela apresentou a coleção Frida Kahlo na Amazônia e, em 2015, a coleção Maria Sybilla.

No sábado (18/11), também no Espaço São José Liberto, a partir das 17h, será a vez dos novos criadores apresentarem suas coleções. Desta vez, serão nove, selecionados por meio de um edital cuja exigência principal era que suas criações contivessem algum tipo de inovação em tecnologias sustentáveis. Os

selecionados foram: Maya Mariana, Michele Lima, Deise Gurjão, Erick Oliveira, Tainá Cosme, Hellana Costa, Giana Rocha Bolsas, Nilma Arraes e a Cooperativa Social Trabalho Arte Feminina Empreendedora (COOSTAFE) – formada por mulheres privadas de liberdade. Essas coleções terão oito looks cada uma, entre vestuário e acessórios.

O tema escolhido para este ano é Moda & Vida, pois cada vez mais a moda está se voltando para a vida das pessoas. “No mundo atual, as pessoas começam a contestar esses padrões pré-estabelecidos pela moda e a buscar a criação de identidades de vida real, com seus corpos, gostos, interesses e vivências. No rol das peças de vestuários e acessórios encontra-se uma oferta interminável de signos e de combinações destes, onde se pode fazer uma seleção compondo um determinado discurso da aparência. Discurso esse criado e recriado conforme o ambiente e conforme a aceitação que coincide com a projeção a ser dada por cada indivíduo ao que ele quer parecer”, explica Felicia Assmar Maia, coordenadora geral do evento.

Felicia explica, ainda, que no momento em que o mundo vive, a moda se solidifica como um meio de comunicação. “As roupas que se escolhe usar, com seus complementos, como calçados e acessórios, e as cores que eles apresentam, dizem algo sobre uma pessoa. Podemos considerar que uma das funções da moda é, supostamente, contribuir para a formação da identidade. Isso está associado à ênfase na autorrealização – um fenômeno extremamente moderno”, argumenta Felicia, que atua também como professora universitária na área.

1o Congresso Amazônico de Moda, Design e Inovação

Um dos grandes diferenciais do evento neste ano é que, de forma concomitante a ele, acontecerá o 1o Congresso Amazônico de Moda, Design e Inovação – resultado do Prêmio de Incentivo à Arte e à Cultura da Fundação Cultural do Pará recebido pela Costamazônia. O evento será entre os dias 13 e 18 de novembro, com palestras, oficinas e apresentação de resultados de projetos de Iniciação Científica, na UNAMA; e, no Espaço São José Liberto, na quarta-feira (15/11), haverá a abertura da exposição Moda & Inovação, com roupas e acessórios que apresentam inovações tanto no uso de matérias-primas quanto em suas tipologias de manualidade ou em seus processos de construção.

O congresso tem a proposta de reunir profissionais e estudantes para debater sobre temas como sustentabilidade e inovações, além de demonstrar como, na prática, essas experimentações se concretizam em produtos de moda, que serão apresentados em desfiles de coleções com materiais inovadores pelos novos criadores no Amazônia Fashion Week.

A proposta do congresso vem ao encontro da necessidade atual de abordar questões relacionadas à sustentabilidade. Produtores e consumidores precisam entender os pilares dessa nova realidade, a qual traz mudanças importantes que afetam a escolha de matérias primas, os processos produtivos, a divulgação dos produtos e também o comportamento do consumidor.

“O consumo rápido e exagerado de produtos a cada estação está cedendo espaço ao slow fashion, que se consagra com a produção de peças atemporais e duráveis. O resultado que se quer alcançar com a realização do Congresso Amazônico de Moda, Design e Inovação é a descoberta de novas matérias primas e novas técnicas de manejo e produção, principalmente porque a Amazônia tem uma natureza muito rica e que pode fornecer recursos naturais renováveis sem destruir a floresta. Assim, a área da Economia Criativa se beneficia com o talento de novos criadores”, acredita Felicia.

Sobre o AFW

O AFW é organizado desde 2007 pela Associação de Costureiras e Artesãs da Amazônia, a Costamazônia. Para Felicia, após tanto tempo no cenário da Moda local, o Amazônia Fashion Week reforça sua função de divulgar a moda na região amazônica, contribuindo para o fortalecimento do mercado para os produtos da indústria local. “Esse cenário se torna propício para a geração de empregos por causa de iniciativas locais de novos investimentos na área de confecção, concorrendo para o desenvolvimento econômico da região”, explica ela.

O AFW tem o apoio da Universidade da Amazônia, que é parceira do evento por meio do Curso de Bacharelado em Moda. Essa parceria contribui inclusive para o fomento do mercado local, já que proporciona estágio para os alunos do curso, que têm a oportunidade de adquirir vivência profissional na área de produção de moda.

Os resultados positivos das dezessete edições do AFW, de 2007 a 2022, e o crescimento da produção local por meio de micro e pequenos empreendedores impulsionam o trabalho de divulgação da produção de moda local, para que esta, passando a ter credibilidade no setor econômico, possa conduzir à criação de um polo de moda na região, tendo como ponto de referência a cidade de Belém, no Estado do Pará.

Saiba mais sobre o potencial do mercado colombiano para o seu negócio.

Conhecer o mercado colombiano e suas oportunidades é sem dúvida o desejo de muitos empresários brasileiros que buscam ampliar seus negócios. Com este enfoque, a ApexBrasil realizará o webinar Direto do Mercado: Edição Colômbia.

Com a participação do escritório da ApexBrasil para a América do Sul em parceria com a embaixada do Brasil em Bogotá, o webinar apresentará oportunidades mapeadas para a oferta brasileira bem como os serviços disponibilizados para empresas interessadas em acessar ou expandir suas operações na Colômbia.

O evento ainda contará com o relato da experiência, desafios e estratégias de sucesso no processo de abertura do mercado por empresa convidada, que já possui operações no país.

Clique no botão logo abaixo das informações e aproveite essa oportunidade de crescimento.

Websérie Direto do Mercado
Edição Colômbia

Data: 29 de novembro de 2023
Horário: 10h às 11h50 (horário de Brasília)
Local: Online

INSCREVA-SE AQUI – Até 28 de novembro de 2023.

Acesse a Programação aqui.

O link de acesso será enviado após a inscrição.

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