Em circunstância da Covid-19, os eventos internacionais passaram a ser realizados por meio digital. Seguindo os passos de outras feiras do setor, a Splash Paris também lança a edição virtual em parceria com a JOOR, plataforma digital americana que permite a interação entre marcas e grandes butiques varejistas.
O evento acontece de 07 de setembro a 09 de outubro e receberá marcas brasileiras, como Haight, Lenny Niemeyer, Nannacay, Triya e Yukio com o apoio do Fashion Label Brasil, da ABEST, e Adriana Degreas com apoio do Texbrasil, da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), ambos programas de exportação de moda brasileira em parceria com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos).
“O Fashion Label Brasil leva as marcas brasileiras à feira Splash desde 2016, ano da estreia da feira no mercado europeu. O evento acontece em Paris uma vez por ano, sempre no mês de junho, mas esse ano todo o calendário de moda cedeu à versão digital, que conta com a plataforma JOOR, presente em mais de 144 países, incluindo lojas varejistas como Anthropologie, Bergdorf Goodman, Galeries Lafayette, Neiman Marcus, Net-A-Porter, Saks Fifth Avenue e Selfridges”, explica Alberto Hiar, presidente da ABEST.
A gerente executiva do Texbrasil, Lilian Kaddissi, aposta no potencial do mercado Europeu: “O Brasil é conhecido pela moda praia, e a Splash é uma ótima plataforma para mostrar o melhor das marcas para grandes varejistas Europeus”, afirma.
https://fashionlabelbrasil.com/wp-content/uploads/2020/11/foto_srx942503_dsc6311-e1606094067753.jpg333476abehttps://fashionlabelbrasil.com/wp-content/uploads/2020/11/flb-logo.pngabe2020-09-07 00:00:312020-11-23 00:27:47Marcas brasileiras participam de edição digital da Splash Paris, feira especializada em moda praia
A pandemia da Covid-19 modificou totalmente o cenário da moda brasileira e exigiu rápida adaptação com soluções digitais que não serão usadas apenas durante a crise. Pensando nisso, Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), ABEST (Associação Brasileira de Estilistas), ABIT (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção) e Abicalçados (Associação Brasileira das Indústrias de Calçados) selaram parceria para lançar o projeto Brasil Fashion Now, que funcionará na plataforma digital BLANC Fashion – www.blancfashion.com.
Com duração inicial de seis meses, o Brasil Fashion Now é uma ação que acontece via Fashion Label Brasil, Texbrasil e Brazilian Footwear, programas de exportação de moda em parceria com a Apex-Brasil, e tem o objetivo de apresentar, facilitar e gerar exportações de marcas autorais brasileiras para varejistas internacionais, modelo conhecido como B2B (business to business). O projeto prevê a criação de um espaço exclusivo para marcas brasileiras na plataforma digital, que atualmente conta com mais de 10 mil compradores de 60 países cadastrados.
A gestora de Projetos da Apex-Brasil, Flavia Egypto, ressalta que a agência já vinha planejando crescimento das iniciativas digitais nos seus projetos de moda – Fashion Label Brasil, Brazilian Footwear e Texbrasil. “O momento atual acelerou essas iniciativas e solidificou a necessidade de um trabalho conjunto para ganharmos força no mercado internacional. Estamos confiantes que será uma ação bem-sucedida!”sucedida”, ressalta.
O presidente da ABEST, Alberto Hiar, reforça que com a chegada da pandemia, foi preciso acelerar movimentos já existentes a favor do uso da tecnologia na exportação de produtos de moda autoral. “Identificamos a necessidade de responder imediatamente a essa demanda por serviços digitais por parte dos associados, pois através dele os compradores internacionais terão acesso à uma gama de produtos”, explica.
Para a gerente executiva do Texbrasil, Lilian Kaddissi, era necessário compreender qual a melhor forma de apoiar as empresas no cenário atual: “Nesse momento, sentimos que era importante ouvir as empresas para entender a melhor forma de ajudá-las. Com isso, reunimos informações para montar ações on-line que atendessem a todas as necessidades. É por meio de iniciativas como essa que as marcas participantes do Texbrasil conseguem ampliar seus negócios, mesmo com as limitações físicas atuais”.
A coordenadora de Promoção Comercial da Abicalçados, Letícia Sperb Masselli, destaca que o Brasil Fashion Now aproxima o calçado brasileiro de compradores internacionais em uma plataforma digital segura e funcional, “aliada a esforços comerciais proativos, em total sintonia aos novos modelos de negócios.”.
Para aderir ao projeto, as marcas associadas da ABEST, ABIT e Abicalçados devem entrar em contato com a associação manifestando interesse até dia 10 de agosto. O valor para participar do Brasil Fashion Now é de US$ 1.600,00 para o período de seis meses e engloba, entre outros benefícios, o desenvolvimento de uma página e um Brand Book digital na plataforma BLANC Fashion e a contratação de esforço comercial exclusivo à marca.
Confira as marcas do Fashion Label Brasil, da ABEST, que participam do Brasil Fashion Now: Augusta, Catarina Mina, Akra, Lavish, Roberta Mattos, Lily Franco, Gissa Bicalho, Luiza Botto, Min, Lille Beachwear, Meerk, Sy&vie, Mos, Osklen, Paola Vilas e Florita.
https://fashionlabelbrasil.com/wp-content/uploads/2020/11/foto_e4emy1613_brasil_fashion_now-e1606094199636.jpg611872abehttps://fashionlabelbrasil.com/wp-content/uploads/2020/11/flb-logo.pngabe2020-09-04 00:00:262020-11-23 00:27:32Brasil Fashion Now comercializa a moda brasileira no exterior através de plataforma digital
A partir de terça-feira (01), entra no ar a primeira edição digital da Coterie e o Brasil estará presente com uma delegação composta por 28 marcas, entre empresas de vestuário e acessórios.
Nunca esteve tão fácil entrar em contato com o melhor da moda brasileira. Neste ano, os compradores do mundo todo têm acesso às coleções de primavera/verão mais quentes do mercado na página especial do pavilhão brasileiro (aqui).
A participação do país latino-americano acontece graças ao apoio do Texbrasil, Fashion Label Brasil e Precious Brazil — programas de internacionalização realizados por meio de parcerias entre a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e a Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), a ABEST (Associação Brasileira de Estilistas) e o IBGM (Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos), respectivamente.
A bossa brasileira
De acordo com a gerente executiva do Texbrasil, Lilian Kaddissi, a moda Brasileira exala originalidade, e muitas de nossas criações são inspiradas na diversidade: “Temos designs criativos e autênticos, com estampas e cores exclusivas, que refletem nosso estilo de vida descolado. Os compradores da Coterie poderão conferir de perto um pouco dessa brasilidade que compõe a nossa moda nas coleções expostas pelas empresas da nossa delegação. São peças multiculturais, feitas com materiais inovadores e designs originais”, comenta Lilian Kaddissi.
As marcas brasileiras se preocupam com a sustentabilidade e seguem avançando por meio de ações e tecnologias que reduzem o impacto ambiental em suas produções. Além disso, atualmente o Brasil é um polo tecnológico, com empresas que trabalham intensamente para criar soluções que reduzam os danos ao meio ambiente.
“A Coterie é uma importante feira para a promoção da moda brasileira no mercado americano e nossa participação no evento só reforça o potencial da criatividade dos nossos designers nesse momento tão único como o que vivemos. Mais do que uma alternativa, o digital será uma realidade e é muito positivo ver eventos que tanto respeitamos se movimentarem nesse sentido”, explica Alberto Hiar, presidente da ABEST.
“Os eventos virtuais oferecem novas oportunidades de negócios para as marcas nacionais, e o projeto Precious Brazil apoia e incentiva as marcas brasileiras a participarem dessas ações de grande expressão mundial a fim de manterem sua presença no exterior”, explica Clarissa Maciel, gerente do Precious Brazil.
No pavilhão do Brasil, as marcas expositoras estão divididas em quatro temas: moda praia e activewear, moda casual e acessórios.
Entre as empresas de moda praia estão Adriana Degreas, B Luca, La Sìrene, MOS Beachwear, Serpentina, Yukio, Rio de Sol e Dalai. Já na moda casual, estão inclusas Ampersand Heart, Andrea Bogosian, Andreza Chagas, Daniella Martins, Iorane, Lança Perfume, Leafy, Maria Pavan, Paola Bernardi e Raissa. Já as marcas de acessórios são Camila Vieira, Eneida França, Flex Jewel, Gissa Bicalho, Lavish, Lis Fiaschi, Matri, Ryzi, SERPUI e Nádia Gimenes.
Acesse a página do país na Coterie e se deixe surpreender por toda a bossa do verão brasileiro.
https://fashionlabelbrasil.com/wp-content/uploads/2020/11/foto_yq3ey0754_coterie_digital1-e1606094300262.jpg8831263abehttps://fashionlabelbrasil.com/wp-content/uploads/2020/11/flb-logo.pngabe2020-09-01 00:01:362020-11-23 07:17:04Toda a bossa da primavera/verão brasileiro desembarca na Coterie
Reprodução: O Estado de S.Paulo Por Fernando Scheller
Uma das principais referências quando o assunto é a associação de moda e sustentabilidade, o empresário Oskar Metsavaht, fundador da Osklen, diz que as marcas devem abraçar a causa sustentável sem perder de vista a viabilidade financeira do negócio. É melhor escalar a montanha pouco a pouco do que tentar atingir o topo em um tiro só – assim, não se regride na busca de práticas menos poluentes nem a empresa é obrigada a fechar as portas.
O conceito defendido por Metsavaht é “as sustainable as possible”, ou seja, uma atuação tão sustentável quanto possível. Ele lembra o caso de um desenvolvimento, anos atrás, de uma camiseta da Osklen feita 100% de algodão orgânico, mas cujo preço final – mesmo para uma marca premium – era inviável para o cliente. Depois disso, ele percebeu que é melhor dar passos mais curtos.
“A gente tinha duas opções: ou parar o projeto ou fazer de outra forma. E com 80% de algodão normal e 20% orgânico, vimos que era viável”, lembra Metsavaht. “O importante é ser transparente: é a pessoa olhar e ter a informação sobre a composição daquela peça.”
A orientação sustentável da Osklen começou em 1998, a partir de uma parceria da Embrapa para plantar algodão orgânico. Desde então, a companhia evoluiu sua cadeia produtiva para trabalhar com uma variedade de matérias-primas e processos alternativos – como tecido feito a partir de garrafas pet recicladas, “couro” de escama de peixe e desenvolvimento de tinturas naturais – e recebeu vários reconhecimentos internacionais por seu trabalho.
Apesar de a Osklen ter sido vendida para o grupo Alpargatas – que também é dono das sandálias Havaianas –, Metsavaht continua a atuar como diretor criativo da marca. Ele não dá apenas o direcionamento sobre as últimas tendências de moda, mas continua a tocar projetos para ampliar a “pegada” sustentável da empresa.
Brasil + França
Transparência também é o nome do jogo na marca francesa Veja – que é conhecida no Brasil como Vert. A companhia, que é sucesso entre os jovens “descolados” na Europa, desenvolveu toda a sua cadeia de produção no Brasil. O algodão é orgânico, plantado no Nordeste, e a borracha é extraída de forma sustentável na floresta Amazônica. “Mas isso não quer dizer que sejamos perfeitos. E a gente deixa isso claro”, afirma o gestor de cadeias produtivas e inovação da marca, Beto Bina.
Além de olhar de perto sua cadeia de produção, a Veja também tem cuidado para que seu êxito de vendas não acabe gerando impacto desproporcional no meio ambiente. “O crescimento foi bem orgânico, a empresa nunca foi alavancada por investidores externos ou investiu em marketing para trazer consumidores de maneira artificial”, diz. “A gente nunca vai fazer anúncio pago.”
O conceito se estende ainda à questão da governança e do tratamento dos funcionários. O fato de o Brasil ter leis trabalhistas sólidas influenciou a escolha da Veja pelo País. “Isso seria mais difícil de fazer na China ou na Índia, por exemplo”, explica Bina.
https://fashionlabelbrasil.com/wp-content/uploads/2020/11/foto_qdfmz4251_bb18vww5-e1606094450732.jpg531759abehttps://fashionlabelbrasil.com/wp-content/uploads/2020/11/flb-logo.pngabe2020-09-01 00:00:002020-11-23 07:14:42Osklen, Vert e a sustentabilidade ‘possível’
Manolita se prepara para desembarcar em solo australiano. A marca de sapatos handmade que já é sucesso no Brasil, anunciou essa semana que começará a exportar seus produtos para a Austrália.
É um marco na história da marca que até então só vendia seus sapatos no Brasil e em um ponto de venda em Miami, nos Estados Unidos. Ao todo serão exportados 12 modelos – num total de 72 pares – que serão vendidos na loja Zini, na Gold Coast. A previsão para o lançamento é dia 20 de agosto.
https://fashionlabelbrasil.com/wp-content/uploads/2020/11/foto_p9lsl5745_10_8_9_943_bannerprincipaldesktop2300x1124px4-e1606094611373.jpg11211604abehttps://fashionlabelbrasil.com/wp-content/uploads/2020/11/flb-logo.pngabe2020-08-20 00:00:452020-11-23 00:26:39Austrália dá boas vindas à Manolita
A Osklen alavancou a exposição de sua marca ao investir em tecnologia para seu e-commerce. Idealizada por Oskar Metsavaht, a companhia tem como base os pilares de sustentabilidade, lifestyle, design e arte que norteiam seus negócios à produtos de qualidade e sustentáveis – tudo alinhado ao DNA de inovação.
Agora, com sua transformação digital, os desafios da empresa miram a orquestração de seu comércio eletrônico com foco em oferecer uma experiência de compra inovadora, aproximando clientes e engajando-os em uma cadeia que entretém, educa e informa. Por meio do Oracle Commerce Cloud (OCC), a Osklen conseguiu ter uma plataforma de vendas online unificada e mais ágil, garantindo, assim, que seus clientes sejam atingidos organicamente com conteúdo e produtos de interesse.
Alicia Billberg, gerente de E-commerce Global da Osklen, explica que o caminho para o digital é algo que a empresa já tem como premissa para oferecer mais opções de atendimento de qualidade para seus consumidores. “A Osklen é pioneira no ramo desde seu início, em 1988, e queremos continuar levando o luxo alinhado à sustentabilidade sempre. Por isso, nosso e-commerce é uma ferramenta para expandir nossa missão em oferecer estilo feito à base de produtos genuinamente brasileiros. A parceria com a Oracle tornou isso possível, já que agora temos uma ferramenta robusta que nos permitirá escalonar as demandas futuras”, comentou.
Essa é a oportunidade para aplicar tecnologia em nuvem com as mudanças atuais e futuras – algo que o varejo demanda sempre. O caminho para o digital é algo que não tem mais volta e é preciso mudar para ter competitividade de mercado. O uso do Oracle CX Commerce pela Osklen é primordial para alavancar os negócios da empresa, assim como engajar seus clientes no comércio eletrônico e se preparar para demandas futuras.
Resultados de sucesso
Com uma implementação rápida, de apenas três meses, e e-commerce funcionando desde janeiro de 2018, a Osklen já conta com benefícios e números positivos que reforçam que a mudança foi satisfatória. Além de ter um sistema robusto, com servidor que suporta altas demandas, o Oracle CX Commerce possibilita a segmentação do layout do site para cada cliente, disponibiliza um fluxo orgânico pelo sistema de buscas e diminui o tempo de carregamento de páginas.
Além disso, Alicia comenta que houve um ganho no time interno da Osklen. “Como temos muitos processos automatizados e já implementados em OCC, nossa equipe de E-Commerce pode se dedicar mais ao negócio. Com isso, temos aumento na produtividade, disponibilidade para traçarmos novas estratégias e pensarmos em oportunidades de negócios”, comentou.
Entre os números de destaques da implementação estão:
• 20% de aumento na taxa de fidelização e retenção de clientes
• 20% de aumento no tempo de permanência no site
Para os próximos passos, a Osklen pretende dobrar o faturamento no mercado digital em dois anos e implementar a operação da marca nos EUA, com uma loja em Miami. “Estamos focados em expandir a Osklen e continuar o gerenciamento do Brasil. A colaboração com a Oracle nos permite ter uma plataforma multi site, domínio, língua e moeda, o que facilita as nossas estratégias internacionais de fomentar nosso produto em outros mercados”, finalizou Alicia.
https://fashionlabelbrasil.com/wp-content/uploads/2020/11/foto_2jqw21341_osklen-e1606094746569.jpg342489abehttps://fashionlabelbrasil.com/wp-content/uploads/2020/11/flb-logo.pngabe2020-08-19 00:00:552020-11-24 02:36:12Osklen usa a tecnologia para garantir um atendimento diferenciado aos seus clientes
As micro e pequenas representam 99,1% do total das empresas existentes no País. São 12 milhões de firmas, das quais 8,3 milhões referem-se a microempreendedores individuais. Esse impressionante universo de negócios responde por 52,2% de todos os empregos neste Brasil de empreendedores, atuando nas mais diversas atividades. Em comum, têm dois aspectos fundamentais: o arrojo, criatividade, dedicação e capacidade de trabalho de seus criadores e gestores; e o imprescindível apoio do Sebrae.
Não há exagero em afirmar que este organismo do Sistema S é um pilar fundamental de sustentação das pequenas e microempresas, provendo-lhes suporte em numerosas e relevantes vertentes: educação empreendedora; capacitação dos empresários; articulação de políticas públicas que criem um ambiente legal mais favorável; acesso a novos mercados, à tecnologia e à inovação; consultoria de análise dos negócios; acervo consistente de conteúdos sobre gestão, marketing e outras informações basilares; dezenas de diferentes cursos e palestras, presenciais e a distância; e articulação, perante os bancos, cooperativas de crédito e instituições de microcrédito, de produtos financeiros adequados às necessidades do segmento.
Ou seja, o Sebrae oferece, em todo o território brasileiro, serviços, informação, formação e consultoria de alto nível, com profissionais altamente qualificados, que as pequenas e microempresas jamais teriam. Tal apoio tem sido decisivo para a abertura, êxito e perenidade de milhões de negócios, contribuindo para a sustentação da própria economia nacional e de numerosos postos de trabalho, considerando-se a relevância do segmento.
Neste momento em que o Brasil está enfrentando a pandemia da Covid-19, que o atingiu quando ainda estava iniciando a recuperação de uma das mais graves crises de sua história, a importância das micro e pequenas empresas ficou ainda mais evidente, não só no plano socioeconômico, com a manutenção de milhões de empregos, como nos serviços prestados à sociedade. Numerosos desses empreendedores estiveram, desde o início, e seguem na linha de frente na luta contra o novo coronavírus.
“Onde tem Brasil tem Sebrae”, diz uma das mensagens institucionais do organismo, dimensionando sua capilaridade e serviços prestados. Mais do que isso, as entidades signatárias deste manifesto afirmam que onde há pequenas e microempresas em grande volume, saudáveis e longevas, há mais justiça social, inclusão pelo trabalho, prosperidade e economia competitiva. Portanto, não podemos prescindir da instituição que oferece decisivo suporte ao segmento!
https://fashionlabelbrasil.com/wp-content/uploads/2020/11/foto_dziz32413_facebook-e1606094821571.jpg566810abehttps://fashionlabelbrasil.com/wp-content/uploads/2020/11/flb-logo.pngabe2020-08-06 00:00:122020-11-23 00:26:06Manifesto em favor do EMPREENDEDORISMO
Diante do dinamismo das economias e a enorme concorrência global, adotar políticas e medidas que incrementem a competitividade no mercado externo é extremamente relevante para a estratégia econômica de um País. Nota-se que governos de todo o mundo têm encontrado em suas agências de fomento, um instrumento imprescindível para se manter no mercado internacional, assim como para possibilitar a ampliação de sua representatividade frente à acirrada disputa por mercados.
Nesse contexto, essas organizações demonstram ser fundamentais para a atração de investidores estrangeiros e para a internacionalização das empresas, além da construção de uma imagem positiva de seu país. Para o Brasil não tem sido diferente. Nos últimos 20 anos, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) tornou-se protagonista no acesso a mercados e na internacionalização de empresas brasileiras. Antes da sua constituição, as iniciativas de promoção às exportações do Brasil eram fragmentadas e descoordenadas. Hoje, a instituição está consolidada, e com os esforços conjuntos das entidades setoriais, tem apoiado os empresários nacionais de todos os portes, especialmente os de pequeno e médio.
Sua missão é promover as exportações, a internacionalização das empresas brasileiras e os investimentos estrangeiros diretos, em apoio às políticas e estratégias públicas nacionais, a fim de contribuir para o crescimento sustentável da economia brasileira. Entre os anos 2015 e 2019, a Apex-Brasil firmou parcerias com mais de 100 entidades setoriais, por meio de 240 convênios e apoiando mais de 30 mil empresas, colaborando com a exportação de U$$ 280 bilhões.
A execução dos projetos setoriais com as associações e organizações representativas dos setores de alimentos e bebidas, agronegócio, casa e construção, economia criativa, máquinas e equipamentos, moda, tecnologia e saúde tem resultado na realização de feiras internacionais, rodadas de negócios com compradores estrangeiros, ações para fortalecimento da imagem do país, estudos de inteligência de mercado, bem como inúmeras iniciativas para aumentar a competitividade das empresas brasileiras em mercados internacionais.
Não há dúvidas que o investimento e o trabalho conjunto entre os setores e uma Agência de Promoção de Exportação têm relevante contribuição para os resultados da balança comercial, por meio da diversificação da pauta e ampliação da base exportadora, agregação de valor, abertura, consolidação e/ou ampliação dos mercados.
As entidades setoriais signatárias deste manifesto ressaltam a importância da existência de uma agência de fomento e promoção de exportações, para que possamos dar continuidade aos trabalhos desenvolvidos no processo de internacionalização da economia brasileira, assim como hoje acontece em outros 187 países que buscam sua expansão no mercado internacional.
Com os nossos melhores cumprimentos,
https://fashionlabelbrasil.com/wp-content/uploads/2020/11/foto_m1z7p0811_1-e1606094938549.jpg7561080abehttps://fashionlabelbrasil.com/wp-content/uploads/2020/11/flb-logo.pngabe2020-08-04 00:00:072020-11-23 00:25:54Manifesto de Entidades Setoriais para Exportação
Récem-inaugurado no dia 5 de julho, o Bikini Art Museum é o primeiro museu mundial dedicado à cultura do biquíni do mundo e está localizado em Bad-Rappenau, no sul da Alemanha.
São mais de 400 biquínis em exibição, de 1870 até os dias atuais, incluindo biquínis que foram usados por Marilyn Monroe, Scarlett Johansson, Eva Green, Esther Williams e Joan Collins. O museu também traz 12 dos 16 trajes originais do designer francês Louis Réard, o inventor do biquíni, exibido em 1946 no Piscine Molitor, em Paris.
Todas as peças em exibição foram selecionadas pela coleção de 1.200 roupas de banho de Ghislaine Rayer, curador do museu, que inclui peças usadas por personalidades, modelos e estrelas de Hollywood que usavam à beira da piscina nos anos 50. O museu foi co-fundado pelo empresário alemão Alexander Ruscheinsky, ao lado de Rayer, que co-escreveu um livro sobre a cultura do biquíni, o “Bikini, la Légende”.
Entre os designers expostos no Bikini Art Museum, há peças de Christian Dior, Coco Chanel e Pucci, além de estilistas brasileiros que ganharam uma sala exclusiva para a moda praia brasileira. Nesse espaço, vídeos do Rio de Janeiro e Búzios mostram o estilo de vida praiano brasileiro, trazendo imagens de peças de marcas consagradas, como Lenny Niemeyer, Salinas, Triya, Bumbum Ipanema, Blueman, Rosa Chá e Adriana Degreas.
https://fashionlabelbrasil.com/wp-content/uploads/2020/11/foto_1rj3p5031_aussenaufnahme-bikiniartmuseum-nacht-bikiniartmuseum-fotograf-florian-busch-scaled-e1606095041639.jpg650927abehttps://fashionlabelbrasil.com/wp-content/uploads/2020/11/flb-logo.pngabe2020-07-30 00:00:522020-11-23 00:25:44Lenny Niemeyer, Salinas e Triya tem peças expostas no Bikini Art Museum, na Alemanha
Em meio à pandemia de coronavírus, a primeira prioridade de toda empresa é, obviamente, proteger a saúde e a segurança de funcionários, consumidores e parceiros de negócios. De fato, as empresas de luxo se voltaram para atender às necessidades urgentes de saúde pública: fábricas que produziam lenços e perfumes agora fabricam máscaras faciais e álcool gel, e muitos grupos de luxo fizeram doações em dinheiro para hospitais e outras organizações sem fins lucrativos. Ao mesmo tempo, com milhões de pessoas dependendo da indústria de bens de luxo para se sustentar – de operários e funcionários de lojas de varejo a artesãos de pequenas cidades – os líderes da indústria estão se planejando com antecedência e debatendo-se com questões estratégicas de longo prazo para garantir a sobrevivência de seus negócios.
Neste artigo, discutimos o impacto da crise no setor de bens de luxo. Em seguida, recomendamos dois conjuntos de prioridades para os executivos do setor: ações de curto prazo para “navegar o agora” e considerações de longo prazo para moldar o futuro.
Um reinicialização total ou um desvio inesperado e temporário de curto prazo?
Embora seja muito cedo para quantificar o custo financeiro total do COVID-19 no setor, a pandemia certamente abalou alguns dos aspectos fundamentais da indústria do luxo – e algumas dessas mudanças podem ser permanentes.
Darwinismo por atacado. Mesmo antes da pandemia, os atacadistas independentes de artigos de luxo na Europa (muitos dos quais são pequenas butiques de propriedade familiar) e algumas das grandes lojas de departamentos de luxo da América do Norte já estavam com dificuldades – em parte por causa das marcas de luxo que mudaram para a integração vertical nos últimos 20 anos e, mais recentemente, o crescimento do e-commerce. Essa pandemia pode forçar alguns deles a falir. O dano pode se estender para marcas que ainda não fizeram a transição completa para um modelo de distribuição verticalmente integrado, bem como para marcas novas que precisam de canais de atacado para alcançar novos clientes e financiar o desenvolvimento de suas coleções completamente. Para sobreviver, os atacadistas provavelmente adotarão políticas comerciais e de desconto agressivas – que, pelo menos a médio prazo, podem prejudicar o posicionamento de luxo de marcas que não possuem modelo de concessão.
De viajante global a comprador local. O mercado de luxo seduz um consumidor global: de 20 a 30% das receitas do setor são geradas pelos consumidores que fazem compras de luxo fora de seus países de origem. Em 2018, os consumidores chineses fizeram mais de 150 milhões de viagens ao exterior; estimamos que as compras fora do continente representaram mais da metade dos gastos de luxo da China naquele ano. Os compradores asiáticos consomem produtos de luxo fora de seus países de origem não apenas para se beneficiar dos preços mais baixos na Europa, mas também porque as compras se tornaram parte integrante do experiência de viagem: comprar uma marca em seu país de origem traz um senso de autenticidade e entusiasmo. Com as recentes restrições de viagens, esse importante fator para os gastos de produtos de luxo foi interrompido e prevemos apenas um aumento gradual nas viagens internacionais, mesmo depois que as restrições acabarem. Dito isto, os consumidores chineses continuam sendo a maior oportunidade de crescimento para o setor de luxo. As marcas, claramente, precisarão de uma nova abordagem para atrair compradores de produtos de luxo. Para reativar os consumidores de luxo asiáticos em seus países de origem, as marcas podem se concentrar na criação de experiências locais personalizadas, no fortalecimento de suas ofertas digitais e de marketing omnichannel, e no engajamento mais profundo com os consumidores nas cidades de classificação Nível -2, Nível -3 (tier-two e tier-three)*. Este último tópico será desafiador, dadas as limitações da infraestrutura de varejo e dos recursos de atendimento ao cliente nessas cidades.
Shows sem audiências ao vivo. As semanas de moda e as feiras comerciais têm sido formas essenciais pelas quais as marcas mantêm um relacionamento próximo com os consumidores e parceiros comerciais. Embora esperemos algum retorno à normalidade nessa frente, também acreditamos que a indústria do luxo – em estreita colaboração com organizadores da semana de moda e associações comerciais – deve explorar maneiras alternativas de oferecer o mesmo tipo de mágica que esses eventos oferecem quando existem restrições em viagens internacionais e grandes encontros. Os players do setor também devem considerar a necessidade de uma reformulação coordenada do calendário de moda, com as marcas simplificando e agilizando seus calendários de apresentação.
Da propriedade à experiência, e vice-versa. O “luxo experimental” – pense em hotéis 5 estrelas, resorts, cruzeiros e restaurantes com muitas estrelas do Michelin – tem sido um dos componentes mais dinâmicos e de crescimento rápido do setor de luxo. A geração Millennials (nascidos entre 1980 e 1995) optou mais por experiências e “momentos instagramáveis” em vez de itens de luxo. Os Baby Boomers (nascidos entre 1946 e 1964) também estavam seguindo a mesma direção, já tendo acumulado produtos de luxo ao longo dos anos. Embora esperemos que o momento positivo do luxo experimental persista, ele diminuirá a curto prazo, à medida que os consumidores voltarem temporariamente a comprar bens em vez de experiências.
Hiperpolarização no desempenho. Mesmo antes da crise, fazia pouco sentido falar sobre o setor em termos de médias, porque as taxas de crescimento e as margens de lucro estavam muito amplamente espalhadas. Mesmo no mesmo segmento e preço, o crescimento das marcas de luxo variam de 40% a porcentagens negativas, e o lucro de 50% a porcentagens de um dígito. Esperamos uma maior polarização com base em três fundamentos: a saúde do balanço comercial de uma marca antes da crise, a resiliência de seu modelo operacional (incluindo sua capacidade digital, a agilidade de sua cadeia de suprimentos e a dependência de canais atacadistas) e sua resposta ao COVID-19.
Outra chance para ‘gemas raras’. Na última década, conglomerados de luxo europeus, empresas de capital privado e, mais recentemente, grupos de moda dos EUA e investidores do Oriente Médio adotaram energeticamente metas de aquisição de marcas atraentes. Como resultado da crise atual, alguns desses compradores – principalmente aqueles que não são empresas de luxo – podem descobrir que não têm as competências essenciais nem a paciência para nutrir essas marcas de alto potencial e, portanto, podem querer colocá-las de volta no mercado. Aquisições que eram proibidamente caras podem se tornar viáveis no período pós-crise. Tais desenvolvimentos podem resultar em maior consolidação da indústria ou até a formação de novos conglomerados de luxo.
Repetidas vezes, a indústria do luxo se mostrou capaz de se reinventar. Estamos confiantes no potencial de longo prazo do setor. Mas algumas marcas emergirão da crise mais fortes, enquanto outras terão dificuldade em preservar a integridade de seus negócios. Tudo dependerá de sua capacidade de responder às urgências de curto prazo relacionadas ao COVID-19 enquanto simultaneamente planejam e executam novas estratégias para o futuro.
“Navegando o agora”: as prioridades imediatas
Muitos executivos de luxo demonstraram liderança atenciosa durante esta crise. Eles estão priorizando a segurança dos funcionários e clientes e se comunicando proativamente com todas as partes interessadas sobre seus novos protocolos de saúde e segurança, atividades de resposta à crise e as etapas que estão tomando para manter as operações em execução. Ao mesmo tempo, eles devem tomar medidas rápidas para garantir que seus negócios enfrentem a crise. Aqui estão as ações de curto prazo que os líderes da empresa devem considerar tomar.
Analise o estoque 2020 e repense as coleções 2021. As vendas para a primavera deste ano estão 70% inferiores às do ano passado – não surpreende, considerando que os consumidores tiveram pouca oportunidade de explorar as coleções de primavera e verão nas lojas. Decida como introduzir- por etapas- as coleções de outono e inverno de 2020 e desenvolva um plano para lidar com níveis sem precedentes de estoque não vendidos de 2020 – sem recorrer a descontos exorbitantes, que comprometem o valor da marca. Mantenha-se informado sobre os planos de atacadistas e varejistas de e-commerce para eliminar o estoque extra. Em alguns casos, as trocas de estoque podem ser preferíveis à promoções e descontos agressivos. Uma maneira de usar o estoque extra poderia ser recompensar os consumidores fiéis com presentes ou outros tipos de brindes para surpreendê-los e encantá-los, além de estimular o apetite de fazer compras das coleções ou das outras categorias.
Eleve o envolvimento digital. Como as lojas permanecem fechadas em muitas partes do mundo, o e-commerce é um canal crucial para manter as vendas em alta, se comunicar com os consumidores e criar um senso de comunidade em torno de uma marca. Acelere seus investimentos digitais e mude os gastos com mídia para canais on-line, com foco na ativação do cliente e não na construção da marca. Além de aprimorar seus próprios sites, considere também parcerias com revendedores de e-commerce de boa reputação. O marketing digital pode ajudar não apenas a aumentar as vendas on-line, mas também atrair os consumidores a visitar as lojas assim que reabrirem.
Gerencie a saúde financeira. Configure uma equipe de controle de caixa, com representação das equipes de compras e vendas, para examinar os gastos e identificar reduções responsáveis na saída de caixa. Revise os contratos de locação e todas as despesas operacionais, incluindo gastos com marketing e eventos. Ao mesmo tempo, prepare-se para apoiar seletivamente atacadistas e lojas de departamento, estendendo os termos de contas a receber e organizando trocas de estoque. Trabalhe em estreita colaboração com as autoridades do governo, de país a país, para encontrar maneiras de aliviar a tensão de caixa com medidas públicas.
Faça o planejamento da demanda- do zero. Revise seu orçamento e planos de inventário para 2020, avaliando o impacto do COVID-19 em cada região e unidade de negócios. Ajuste as previsões de receita e lucro e crie incentivos para os líderes das unidades de negócios definirem novas metas. Resista à tentação de impulsionar as vendas à custa das margens, pois uma abordagem focada nas vendas provavelmente produzirá projeções de demanda imprecisas e, consequentemente, grandes quantidades de estoque não vendido.
Avalie a força da sua cadeia de suprimentos. Mais de 40% da produção global de bens de luxo acontece na Itália – e todas as fábricas italianas, incluindo pequenas façonniers familiares (um termo francês que se traduz vagamente em fabricantes contratados, oficinas), foram temporariamente fechadas. As empresas de luxo devem avaliar, categoria por categoria e produto por produto, onde é provável que o impacto seja sentido de maneira mais aguda. As possíveis ações de curto prazo incluem a movimentação de inventário por regiões e canais, privilegiando os mercados geográficos menos afetados e certificando-se de atender aos pedidos on-line. A médio prazo, as empresas de luxo devem ajudar os parceiros de produção a se recuperar, efetuando pagamentos rápidos e restaurando a produção o mais rápido possível. Se as façonniers italianas não sobreviverem, um elemento característico do ecossistema de luxo – o artesanato resultante da excelência e habilidade transmitidas por gerações e a fonte da aura “Made in Italy” – podem ser perdidos para sempre.
Ajuste os planos de merchandising. À medida que as rotinas sociais dos consumidores se adaptam a lockdowns e restrições de distanciamento físico, começamos a ver mudanças no comportamento de compra. Por exemplo, alguns players de luxo relatam que, em termos de preço, itens de luxo high-end e low-end (os mais caros e os mais baratos) estão se mostrando mais resistentes do que aqueles no meio da faixa, talvez devido a uma combinação de “revenge spending” (uma frase que se refere à demanda reprimida por itens de luxo durante ou após crises) e ao desejo de maximizar o valor do dinheiro comprando itens funcionais. Eles também estão vendo bolsas e pequenos artigos de couro vendendo melhor do que o ready-to-wear durante a crise. O mercado de roupas infantis parece estar indo particularmente bem. Millennials não reduziram seus gastos tanto quanto os outros segmentos adultos. Estas são as observações de alguns players de luxo, mas claramente não existe um plano de merchandising único. As marcas devem analisar cuidadosamente os dados de vendas e incorporar as percepções dos consumidores em seus planos de merchandising.
Moldar o próximo normal: considerações de longo prazo
A estabilização dos negócios durante a crise é crucial – mas a administração não deve perder de vista o longo prazo. Aqui estão as ações estratégicas a serem consideradas durante a recuperação.
Coloque o digital no centro do seu modelo operacional. Para muitas empresas, essa crise tem sido um catalisador para o desenvolvimento e a execução de uma estratégia on-line e omnichannel. Na China, o comércio eletrônico atraiu novos segmentos e mercados de clientes; podemos esperar um padrão semelhante em outros lugares. Comece alocando uma parcela maior de investimento no canal online. Explore novas formas de parceria com varejistas de e-commerce estabelecidos. Intensifique seus esforços de personalização em marketing digital. Os consumidores de luxo estão acostumados a um alto padrão de serviço nas lojas; a ênfase, portanto, deve ser a criação de uma experiência digital personalizada da mesma qualidade.
Crie habilidades relacionadas à resiliência e transformação. Nos últimos 30 anos, o setor de luxo criou valor agregado, graças à sua criatividade e inovação. Além de apoiar as habilidades essenciais, como design, marketing e merchandising, as empresas de luxo agora precisam desenvolver o talento gerencial para apoiar o CEO em resiliência e transformação. Uma possibilidade é criar um novo cargo de diretoria, o diretor de transformação, para enfatizar a importância dessas competências.
Reformule com ousadia o ecossistema, inclusive por meio de M&A (mergers and acquisitions- fusões e aquisições). As crises podem criar novos caminhos para o crescimento. As empresas devem se questionar com algumas perguntas: “Existem empresas com as quais poderíamos fazer parceria, tanto para mantê-las nos negócios quanto para nos permitir expandir para mercados ou categorias de produtos adjacentes? Existem mudanças ao longo da cadeia de valor (como a integração vertical) que se tornaram mais atraentes? Que parcerias ou aquisições que eram menos viáveis antes – talvez na área tecnológica – poderíamos buscar agora? Quais marcas podemos adquirir para complementar nosso portfólio ou iniciar nossa jornada para nos tornarmos um grupo de luxo maior? ” À medida que as empresas buscam formar parcerias ou fazer aquisições, será importante considerar não apenas as razões econômicas, mas também as sociais: por exemplo, um acordo de M&A poderia ajudar um fornecedor em perigo, salvar empregos em uma comunidade em dificuldades ou fortalecer o setor do luxo a longo prazo?
Antecipe mudanças nos sentimentos e no comportamento do consumidor. Os consumidores são os principais acionistas do setor de luxo. Esperamos que, uma vez que as condições permitam, os consumidores desejem retomar suas vidas normais. No entanto, o próximo normal pode parecer bem diferente; as empresas de luxo devem tentar antecipar e responder a qualquer que seja o próximo normal. Por exemplo, em nossas recentes conversas com CEOs, uma tendência que provavelmente se intensificará após a crise é a tendência à sustentabilidade e o desejo de um consumo mais responsável – reforçando a necessidade das empresas fornecerem informações claras e detalhadas sobre seus processos e produtos. A experiência também sugere que, após uma crise de larga escala com um forte impacto emocional, as preferências do consumidor podem mudar, pelo menos por um período de tempo, em direção ao “luxo silencioso” – prestando mais atenção aos elementos clássicos, como artesanato e legado, e menos em fama e brilho.
Digitalize a cadeia de suprimentos de ponta a ponta. A tecnologia – de plataformas de trabalho remoto a showrooms virtuais – pode ajudar empresas de luxo a manter a produtividade durante a crise e, talvez, até melhorar a produtividade para sempre. Além disso, os elementos comerciais (como showrooms virtuais e prototipagem e amostragem digitais) serão valiosos para manter fortes relacionamentos com os compradores, mesmo durante os períodos em que as restrições de viagem estejam em vigor. A digitalização da cadeia de suprimentos de ponta a ponta exigirá, é claro, investimento em tecnologias inovadoras e de ponta.
Embora a pandemia do COVID-19 tenha sido um desafio para 2020, estamos confiantes de que, com um planejamento cuidadoso e execução hábil, o setor de bens de luxo pode enfrentar com sucesso a crise e emergir ainda mais forte. As ações descritas aqui podem ajudar você e os outros líderes de sua organização a enfrentar os desafios de hoje, enquanto constroem e fortalecem seus negócios a longo prazo.
(*): O sistema de importância de cidades chinesas é uma classificação hierárquica delas. Não existem listas oficiais na China, pois o governo chinês não publica ou reconhece uma definição oficial ou uma lista de cidades incluídas no sistema de níveis.
A classificação de cidades da China -Nível -1, novo Nível -1, Nível -2, Nível -3 ( tier-1, new tier-1, tier-2, tier-3) é popularmente usada pelas empresas para orientar sua estratégia de entrada no mercado. Tradicionalmente, as cidades de Nível 1 são as maiores e mais ricas – geralmente consideradas as megalópoles da China. À medida que os níveis progridem, as cidades diminuem de tamanho, riqueza e se afastam dos locais principais.
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