Arquivo para Tag: Andrea Bogosian

“O Instituto Escolhas acredita que a produção de informação acurada gera argumentos compreensíveis e análises qualificadas que propiciam decisões sólidas.”

“O Instituto Escolhas identifica os custos econômicos, sociais e ambientais dos projetos públicos e privados por meio de pesquisas, estudos e análises sobre temas como energia, oceanos, florestas e urbanização.”

O Instituto Escolhas, associação civil sem fins lucrativos, apresenta os impactos econômicos, sociais e ambientais relacionados às decisões públicas e privadas do conceito de sustentabilidade.

A associação promove estudos, análises e relatórios para amparar novas leituras e argumentos e permitir a construção de soluções para viabilizar o desenvolvimento sustentável.

“Somente argumentos qualificados podem superar a polarização dos “trade-offs” da economia e sustentar decisões entre escolhas difíceis, permitindo a construção de soluções efetivas para o desenvolvimento sustentável.”

Valores Instituto Escolhas

O Instituto tem como valores a Ousadia, a Consistência e a Independência.

“Ousadia. Usar a linguagem matemática para dimensionar e comparar o grau de sustentabilidade das políticas públicas e privadas criando cenários inovadores e integrados por meio do cruzamento de informações. Consistência. Desenvolver capacidade de processar múltiplos dados com rigor metodológico, produzindo argumentos sólidos, estatísticas sistemáticas e quadros comparativos capazes de subsidiar análises e escolhas conscientes. Independência. Trabalhar em rede com pesquisas autônomas, abertas a perspectivas diversas e pontos de vista plurais, superando preconceitos e elucidando compreensivelmente os fatos e os números independentemente das ideologias.”

Mercado de carbono

A retenção e a captura de dióxido de carbono (CO2) da atmosfera pelas florestas participam da regulação do clima e da mitigação das mudanças climáticas – únicos serviços ambientais que representam um mecanismo de valoração econômica em mercados consolidados.

A regulamentação do mercado de carbono faz parte das Conferências das Partes (COPs) da Convenção-Quadro da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas desde 1997.

As metodologias de certificação e os mecanismos de transação dos créditos de carbono evoluíram, mas ainda não existe consenso político para criar um mercado global.

Enquanto não se estabelece um mercado regulado como mecanismo global de mitigação e redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE) atrelado às Contribuições Nacionalmente Determinadas, consolidam-se mercados de carbono regulamentados em nível regional (como o da União Europeia), nacional (como o da China) ou subnacional (como o da Califórnia). E o mercado voluntário, no qual empresas, pessoas, organizações sociais e governos podem gerar ou comprar voluntariamente créditos de carbono por meio de projetos que removem, evitam ou reduzem a emissão de GEE na atmosfera.

A Floresta é nossa. Créditos de carbono e concessões florestais

O Instituto Escolhas apresentou o potencial de geração de créditos de carbono de projetos REDD+ (Redução de Emissões por Desmatamento ou Degradação Florestal) e de reflorestamento nas concessões florestais brasileiras.

“O Brasil tem a maior floresta tropical do mundo, mas está atrás de países como a Colômbia e o Peru em termos de geração voluntária de créditos de carbono florestal, com 20 projetos REDD+ certificados em execução e apenas dois deles em florestas públicas (Verra, 2021). A geração de créditos de carbono nas concessões florestais pode ser um caminho para mudar esse cenário.”

A associação subsidiou a elaboração do Projeto de Lei nº 5.518/2020 para impulsionar as concessões e diversificar as atividades sustentáveis. A inovação permite comercializar créditos decorrentes da emissão evitada de carbono com a conservação de florestas naturais, créditos REDD+.

Comercialização de créditos de carbono

O Verified Carbon Standard (VCS), principal padrão de certificação do mercado voluntário de créditos de carbono, registra e monitora projetos que reduzem ou removem emissões de GEE na atmosfera em diferentes setores. A certificação rastreia os créditos da sua origem até a sua aposentadoria e garante a integridade ambiental do crédito ao assegurar que ele está atrelado a um projeto que efetivamente reduz emissões.

“Quando um projeto registrado comprova que conseguiu reduzir ou remover o equivalente a uma tonelada de CO2 em emissões, ele obtém o direito de emitir um crédito de carbono.

Esses créditos são comprados por instituições que desejam mitigar as suas emissões de GEE, prática que vem ganhando espaço. Um número cada vez maior de empresas assume compromissos para atingir a neutralidade de carbono – o chamado Net Zero –, comprando créditos para compensar as emissões de suas operações (Viri, 2021).”

Fashion Label Brasil

A associada Andrea Bogosian promoveu a iniciativa de equilibrar o impacto das emissões de carbono dos processos e atividades da marca pelos créditos de carbono da plataforma digital Moss.

“Em 2020 assumimos o compromisso de nos tornar uma empresa Carbono Friendly, e ao final do ano teremos compensado em C02 o equivalente a uma área florestal preservada.”

“A compensação é feita através de projetos cujos valores se alinham aos nossos. E em parceria com a Moss, a empresa favoreceu a conservação da floresta Amazônica, através do projeto Fortaleza Ituxi, localizado em uma das áreas mais ameaçadas da floresta – no município de Lábrea”; “Acreditamos na união da moda com a consciência e com o propósito.” Leia mais…

“Os designs exclusivos, a pluralidade e as culturas variadas tornam as criações únicas. Conheça o melhor das tendências e inovações do país.”

Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), ABEST (Associação Brasileira dos Estilistas), Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção) e Abicalçados (Associação Brasileira das Indústrias de Calçados) promoveram o Brasil Fashion Now para posicionar as marcas de moda brasileira no mercado internacional.

“O BFN é um projeto muito democrático, uma excelente oportunidade para as marcas. Para aquelas que nunca tiveram nenhuma experiência com o mercado internacional, oferece um enorme aprendizado sobre o que significa dar o passo rumo à internacionalização, sob diversas perspectivas importantes – como, por exemplo, sazonalidade, construção de marca, coleção, composição de preço, vocabulário. Nem mesmo as participações em eventos físicos possibilitam esses entendimentos. Para as marcas que já possuem alguma distribuição, o projeto é a oportunidade de estar em um canal que atende todas as necessidades para continuidade e expansão dos seus negócios, de forma consistente, cortando etapas, reduzindo custos e melhorando processos. Com a continuidade do projeto, hoje em sua terceira edição, podemos ver a concretização desses relacionamentos que vêm sendo cultivados, impulsionando as marcas brasileiras ao redor do mundo”, Manoela Amaro, CEO e Co-Fundadora da BLANC.

Originalidade, Pluralidade, Culturas Variadas

O Brasil Fashion Now explora toda a originalidade, tendência e inovação da moda brasileira pela plataforma internacional B2B BLANC Fashion. E a segunda edição do evento (BFN2), março a setembro de 2021, apresentou as marcas brasileiras: Akra Collection, Andrea Bogosian, Andreza Chagas, Augusta, Catarina Mina, Haight, Inti Brand, Lily Franco, Maneca, Meerk, Osklen, Roberta Mattos, Room, Sy&Vie, Wee (Fashion Label Brasil); TIG e Belier Belier.

Plataforma BLANC

“BLANC é uma ferramenta de vendas poderosa usada por marcas proeminentes em todo o mundo. Apoia negócios online, ajudando-os a expandir suas vendas para mercados globais, oferecendo uma solução de gerenciamento de atacado. A BLANC propõe uma forma inovadora de moldar as empresas para o atacado digital.”

​​A plataforma oferece uma interface intuitiva para sustentar decisões estratégicas e promove criatividade, de forma estruturada e profissional, para varejistas ao redor do mundo.

Promoção Digital e Exposição para o Mercado Internacional

As marcas brasileiras promoveram resultados no valor total de USD 94.669,00; e USD 444.000,00 para a expectativa futura.

“O projeto tem como foco a divulgação digital das marcas brasileiras no mercado internacional, além de fortalecer sua atuação e vendas por meio de um alcance comercial customizado.”

Sobre a ABEST

Criada em 2003, a Associação Brasileira de Estilistas tem como objetivo fortalecer e promover o design e a moda brasileira. Sua principal proposta é auxiliar o desenvolvimento de marcas brasileiras de alcance internacional e garantir a autenticidade e criatividade de cada uma delas, além de divulgar o estilo de vida do Brasil, contribuindo assim para o crescimento de todos os segmentos vinculados à moda. Atualmente a ABEST, que não tem fins lucrativos, conta com 120 marcas de todo o Brasil que exportam produtos para 57 países. Além disso, executa constantemente ações estratégicas para ampliar a penetração em novos mercados do globo e estreitar relações com os já conquistados.

Sobre o Fashion Label Brasil

O Fashion Label Brasil, Programa de Internacionalização da Moda Brasileira de Valor Agregado, foi criado em 2003 pela ABEST em parceria com a Apex-Brasil, cuja proposta é posicionar a imagem da moda brasileira no exterior, valorizando a imagem de um Brasil inovador e contemporâneo. O programa conta com atividades estratégicas — Projeto Comprador e Imagem, Feiras e Desfiles Internacionais, Projeto Showroom, além de ações especiais —, para ampliar a penetração em novos mercados do globo e estreitar relações com os já conquistados.

Sobre a Apex-Brasil

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. A Agência realiza ações diversificadas de promoção comercial, que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira, entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. A Apex-Brasil coordena os esforços de atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o Brasil com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do país.

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